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A 2ª temporada de WandaVision ficou legal, hein – Doutor Estranho no Multiverso da Loucura | Kitsune da Semana 76

A sequência de Doutor Estranho continua a história da Feiticeira Escarlate mas vai ser mais lembrado pelas participações especiais. E o Doutor Estranho também está no filme, aparentemente.

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Contato: leo.kitsune@geekhere.com.br
Edição: Gilsomar Livramento
Música de abertura: Corrupter – Sadvillain

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5 thoughts on “A 2ª temporada de WandaVision ficou legal, hein – Doutor Estranho no Multiverso da Loucura | Kitsune da Semana 76

  • bluemih
    bluemih
    12 de maio de 2022 at 15:52

    oioi, bom podcast como sempre, me chamo milena e ainda não vi o filme por questões de falta de tempo, mas sobre o “salto” da wanda da série pro filme me soa muito estranho mesmo, pq eu fiquei pensando depois de ouvir o podcast sobre o final de wandavision e a impressão que eu tive com aquela cena pós crédito foi que a wanda ia procurar os filhos dela em outro universo, sim, mas que seriam crianças que perderam a wanda daquele universo. Se não me falha a memória o que ela ouve no final é justamente as crianças meio que pedindo ajuda, pedindo pra wanda encontrar elas, como se elas estivessem perdidas ou como se tivessem perdido a mãe.

  • Claudio Brito
    Claudio Brito
    11 de maio de 2022 at 23:24

    Opa kitsune iai, ótimo episódio como sempre. To passando para discorda com vc no que se refere ao arco do protagonista e o tal “vc é feliz?”.

    Antes eu preciso falar sobre o primeiro filme e como ele é diferente do homem de ferro. Sim é um gênio rico e arrogante e fica um pouco mais humilde, mas acontece que com o nobre doutor o buraco é mais embaixo. O Tony aprende a ser altruísta mas ainda tem permissão pra fazer toda a zorra q ele fazia antes, beber, pegar mulher, ao mesmo tempo q era herói. Porém, no caso do Stephen, como consequência do que acontece no filme, ele deve assumir os deveres do sanctum e portanto abandonar sua vida mundana, coisa que na real ele nunca quis, só queria curar as mãos. Dessa forma ele está deixando sua felicidade de lado e aí nesse caso ele é mais o capitão américa q escolhe o dever, e só em endgame que decide mudar.

    No segundo filme ao ver o amor da sua vida se casar com outro é quando realmente cai a ficha do que ele está perdendo, mas logo o dever chama e ele tem que atender, típico herói. Ao longo do filme conhecemos 3 variantes do estranho que tiveram finais trágicos porque não aceitaram não estar no controle da situação, e passam por cima de pessoas por isso, e por consequência nunca alcançaram a felicidade
    -Estranho defensor tenta sugar os poderes da Chavez sem o consentimento dela, em vez de perguntar se ela podia ajudar sozinha
    -Estranho illuminati quer derrotar thanos sozinho e causa incursões
    -Estranho sinistro perdeu a Cristine e agora mata outros estranhos e tenta pegar as Cristines deles sem consentimento, pelo próprio prazer
    Essas ações, embora algumas exageradas, são consistentes com o que sabemos dele no primeiro filme, e no guerra infinita até, visto que ele queria enfrentar thanos sozinho no começo do filme. E ao ver que não consegue, faz um plano de última hora que vai custar 5 anos de dor de cabeça para metade do universo. Deu certo? Deu, mas né.. E no homem-aranha onde ele nem quis ouvir o muleke falar sobre tentar redimir os vilões antes.

    O cara teve que literalmente ver outras versões dele mesmo fazendo burrada para entender que o problema não é que o dever como mestre da magia o impede de ter boas relações com as pessoas, mas sim o seu comportamento controlador. Enfim, filme vai filme vem, e vem também a derrota da vilã que pelo que eu entendi vc não curtiu, pois era algo entre a Chavez e a Wanda, mas é ai que ta o ponto desse comentário: O bem vence no final porque o Stephen se permite dar o controle da situação para outra pessoa!!!! Ele confiou em outra pessoa para segurar a faca. Claro q ele deu um empurrãozinho com o discurso no jutsu, mas era um discurso que basicamente diz: “toma o controle ai por mim”

    Se no primeiro filme ele aprende que nem tudo é sobre ele, nesse filme ele descobre que não precisa estar no controle para ser feliz. E que pode se permitir relaxar mais e confiar no potencial dos outros. Nota como ele passou a reverenciar o Wong como mago supremo? Pois agora ele valoriza mais as pessoas

    Bônus se ainda tiver paciência para ler:
    Eu tbm acho que essa questão de buscar felicidade se encaixa com a Wanda. Em wandavision, quando ela não suportou perder o visão, ela cria uma fantasia para ser feliz, acaba dando errado. Corrompida então pelo darkhold ela tenta ser feliz na vida real, mesmo que não seja a vida dela, mas sim de outra Wanda. Então ela passa por cima das pessoas para ter o que quer, tal qual as versões fracassadas do Stephen. E isso é uma coisa bem Sam Raimi ein! Lembra como os vilões do homem-aranha dele eram versões ruins do Peter?

    Espero que eu consiga fazer vc ver coisas que não tinha visto antes, se decidir ver o filme novamente um dia talvez tenha uma experiência melhor, abraços!

  • Victor Hugo Miranda
    Victor Hugo Miranda
    10 de maio de 2022 at 20:46

    Uma das principais coisas que eu estava pensando quando terminei de assistir o filme é que o Doutor Estranho tem uma certa trama no filme, porém ela é muito sobreposta pela trama da Wanda, que ao meu ver acabou se tornando muito mais interessante, muito por culpa da trama do Doutor Estranho ser praticamente subentendida do que verdadeiramente trabalhada, se percebermos os detalhes do Raimi podemos ver que ele deixou umas pistas em cenas específicas, porém a falta de foco atropelou os conflitos que o Doutor Estranho poderia ter, como por exemplo no início do filme antes dele ir oara o casamento, a câmera da foco no relógio dele e no relógio tem um reflexo dele bem no meio do trincado, como se o próprio Doutor Estranho estivesse quebrado por dentro, durante todo o filme o relógio dos outros doutores também estavam quebrados da mesma forma, e assim como o nosso doutor nenhum deles tinha ficado com a Christine, quando o filme chega no finalzinho, o nosso doutor tem uma última conversa com ela e meio que ele sai dessa conversa resolvido consigo mesmo, e a forma que Raimi mostra isso, é ele concertado o vidro do relógio, colocando uma lente nova segundos antes do filme acabar, uma trama que é muito fraca perto de outra que eles poderiam ter explorado, que é justamente ele não querer ser igual aos outros doutores estranhos qur fazem qualquer coisa por um bem maior, esse conflito dele não é tão explorado, por que no final ele meio que faz os dois, não tirando os poderes da america chavez, porém em contra partida ele acaba usando o livro que seria a coisa “errada” de se fazer, eu achei inclusive que naquele parte do filme que ele vê a sua própria estátua , dizendo que o doutor estranho morreu enfrentando o thanos, eles iriam mostrar que ele escolheu friamente a versão feita das supostamente 14 milhões de finais que ele tinha visto em guerra infinita, era justamente uma que ele havia escolhido segundo o que ele achava correto, com certos personagens não sendo mais um problema como o homem de ferro, esse conflito eu acharia mais interessante, ele tentando não se tornar o que a maioria das versões dele se tornou, e aquele ato de “empatia” que ele teve ser um reflexo do que ele viveu com o homem aranha, porque ele esqueceu que Peter Parker é o homem aranha, mas ele não esqueceu o sentimento de se importar com o próximo que o homem aranha tinha

  • Jonathan Dalthon
    Jonathan Dalthon
    10 de maio de 2022 at 19:00

    Olá Kitsune
    Me chamo Jonathan, descobri e acompanho o podcast desde os primeiros episódios. Primeiramente obrigado por produzir um bom conteúdo, o seu podcast juntamente com a galera do manga ao quadrado devem ser os únicos que eu acompanho fielmente. Normalmente não comento nada porque concordo com a maioria das coisas ditas ou não tenho alguma opinião formada sobre, mas dessa vez talvez eu tenha algo a acrescentar ao debate.

    Pois bem, acho que vale começar dizendo que minha experiência com o filme como um todo foi bem diferente, eu meio que não assisti wandavision, consumo 0 de comics americanas e não lembro nada de Dr estranho 1, sendo assim dentro das limitações marvel, tive uma experiência mais parecido com uma mídia única.

    Sendo assim vamos lá, para mim o Dr estranho não perece deslocado na tela(bem, poderia ser qualquer outro herói, mas nenhum outro o ator vende tanto), isso acontece porque para mim a bendita pergunta que feita durante o filme inteiro “você é feliz” é a força motriz do filme. Veja bem, o filme é iniciado em uma cena de vida cotidiana, e ali já da para enxergar o strange meio que deslocado da situação, como se ele não pertencesse aquele lugar, e então ele recebe a pergunta pela primeira vez, e responde com um sorriso apático no rosto em confirmação de que: Sim, é feliz, então temos essa cena para logo em seguida, um inimigo invisível surgir e ele então vestir sua capa de herói (situação essa que ele parece bem mais confortável), mas bem não acho que nada aqui é por acaso, incluindo o fato do inimigo ser invisível, é como se o filme nos dissesse: Não importa quem é o inimigo, o ponto aqui é que eu PRECISO ser herói, e para isso ele obrigatoriamente vestir a capa é particulamente interessante, Então o inimigo aparece e é simplesmente um monstro polvo completamente genérico, como se o único motivo para ele estar ali fosse ter um motivo para existir um herói.

    Então aqui temos o que para mim é o ponto do filme, Heróis são antes de tudo pessoas, com necessidade próprias, e a marvel tem tido uma abordagem nos, quase que impessoal, o próprio vingadores por exemplo: Hérois vs Thanos, particulamente só importa o mal a ser combatido, quase qualquer herói alí pode ser substituído por um totem que solte poderes, então ao ser questionado sobre si mesmo, o strange responde sendo herói, afinal aqui isso não importa.

    Em contra partida a tudo isso, temos a feiticeira escarlate, bem se ser herói implica que sua felicidade não importar, implica que você como pessoa é secundaria para uma grande trama, então FODA-SE eu sou vilã. Se de um lados temos o strange em um sorriso apático, aqui temos a busca pela felicidade como força que move a história, e para chegar a esse ideal de felicidade ela vai passar pelo que for necessário, inclusive heróis.

    Pulando direto para os illuminatis, eu AMEI isso aqui, eles são a imagem representativa perfeita, heróis despersonificados, sem tempo de tela algum, que apenas reagem ao problema que surge, que vão se juntar e lutar contra um inimigo forte, com direito a apetrechos, uniformes e frases de efeito. Ver esses heróis simplesmente sendo massacrados por ela é totalmente coerente. Principalmente pela escolha de que aqui ela é uma vilã, sem uniforme, sem apetrecho, sem frase de efeito, totalmente despida do normal para um herói e lutando unicamente e apenas pelo bem próprio

    Voltando para o núcleo do strange, acompanhamos o personagem que é sempre frio e racional (inclusive em outras realidades), aqui ficando cada vez mais passional. Então chegamos no final e aqui temos mais algumas decisões acertadas ou não. Temos aqui então a luta final da feiticeira contra o strange, no caso o cadáver do strange que visualmente não se leva a sério, gosto desse cinismo que o Sam Raimi que olha essas trocas de poderes brilhantes e mostra que para isso até um cadáver serve. Outra decisão acertada é que no fim o conflito se encerra justamente de uma maneira não física, a feiticeira chega onde queria chegar para só aí então olhar para trás e ver o que causou, vale o adendo aqui, acho o fato dela ter se enterrado para destruir o livro, eu não gosto totalmente contraditório com o que eu absolvi do filme, mas ao mesmo tempo gosto dela não ter perdido para ninguém até o final, e até a derrota dela foi uma escolha própria. Quanto ao arco do strange, eu não gosto do filme mostrar na minha cara ele respondendo a pergunta, é bobo, mas eu gosto bastante da cena em que ele simplesmente sai de casa e anda na rua, dessa vez de novo em um ambiente social, mas bem menos deslocado, como parte integral daquele lugar, como de fato uma pessoa.

    Bem, peço desculpa por ter me estendido de mais e por eventuais erros de digitação. No geral sou péssimo para expressar pensamentos. Mas de novo, obrigado pela trabalho e abraços.

  • krdg10
    krdg10
    10 de maio de 2022 at 15:50

    Olá Kitsune
    Meu nome é Kelvin e te acompanho desde o videoquest e devo dizer que essa é uma das suas analises que mais discordo desde aquela época.

    Vou tentar ser breve: pra começar, eu discordo de você quando diz que esse filme é bobo. A primeira hora foi MUITO incômoda pra mim e um dos principais motivos é o quanto achei que o drama da Wanda estava sendo levado a sério. Pensa bem, o drama dela não faz sentido algum num ponto de vista real, é um luto por filhos que ela nunca teve. Só que o texto faz parecer que é algo super profundo e sério, que ela tá sentindo muita dor e a atuação da Olsen, como diria a Isabela Boscov, não está a altura. É muito caricata e ela não consegue passar peso o suficiente pro altíssimo drama da personagem sem parecer bobo. Sim, parece bobo. Mas não acho que a intenção seja essa, é como se fosse um filme do Zack Snyder. Se fosse bobo de verdade, com intenção de ser bobo textualmente, seria muito melhor.

    Também discordo de você quando diz que o roteiro é bom, no que tange a sucessão de acontecimentos. Ok, você até tem um ponto nisso, mas acho exagerado usar a palavra “bom”. Desculpa pela implicância nesse ponto mas não resisti haha

    Como disse, me incomodei muito com a primeira parte, só que a segunda hora foi diferente. Aqui realmente me diverti. A perseguição da Wanda no túnel, a ambientação de terror, praticamente todos os conceitos visuais, tudo é ótimo. Tudo que vem de bom desse filme vem do Raimi, como você disse. Sem ele seria uma tragédia.

    Por último, eu me incomodei bastante com o ruído presente nesse filme. Assisti com minha namorada que é fã do MCU (mais que eu, inclusive) mas que não acompanha quadrinhos nem coisa do tipo, e ela não pegou o que eram os illuminatis. Achei que ficou muito jogado, um easter egg que pra quem não é antenado nas outras mídias da Marvel fica confuso. Inclusive, achei estranho você não ver isso como um problema após criticar o ruído presente em Jujutsu Kaisen 0 (onde concordo com você) pois são dois casos bastante parecidos, informação jogada que não atrapalha pra agradar fã, mas fica confuso pra quem não conhece mais afundo. Além de pelo amor de deus, referência a Inumanos a essa altura do campeonato não dá, é sacanagem.

    Enfim, concluindo, concordo contigo que o filme não é uma tragédia, principalmente por causa do Raimi. No entanto não consigo ver tantos pontos positivos assim nele