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Ezra Miller é acusado de liderar seita que abusava de mulheres na Islândia

As acusações contra Ezra Miller continuam se empilhando, e a mais nova delas é nada menos que assustadora. De acordo com uma matéria do site Business Insider, que coletou relatos de um grupo de mulheres, Miller seria o líder de uma seita religiosa na Islândia e teria abusado psicologicamente de várias vítimas.

Segundo o site, múltiplas pessoas teriam dito que Miller se comportava como o líder de um culto em uma casa alugada por ele em Reykjavik, na Islândia. Os relatos dizem que ele vivia cercado de convidados, entre artistas locais e líderes espirituais, que estariam “hipnotizados” por suas palavras e que eram coniventes com suas mudanças súbitas de humor e eventuais explosões. Ele e seu séquito teriam afirmado insistentemente terem poderes sobrenaturais e forçariam convidados a participarem de meditações em grupo.

Uma testemunha de 23 anos que não quis se identificar disse que Miller ficava enfurecido por coisas simples, xingando e gritando contra um grupo de amigos por eles simplesmente quererem escolher qual música tocaria em seu aparelho de som, os expulsando de seu “santuário” logo depois. De acordo com ela, Miller os mandou sair de sua casa e lhes avisou que tinha o poder de ler mentes. “Fiquei um pouco traumatizada”, ela disse. “Foi um dos dias mais esquisitos da minha vida.”

Ezra Miller agora é acusado de liderar seita abusiva na Islândia

Uma outra mulher de 18 anos que também não quis se identificar disse ter feito sexo com elu em um hotel por três vezes, mal se comunicando com sua família e amigos por insistência delu. Ela disse ainda que ele se tornou obcecado com suas “habilidade de reprodução” e que demonstrava adoração por seu “útero perfeito”:

“Ezra era super manipulador. Eles meio que tinham todos nós nas mãos, eram capazes de confundir tudo o que eu pensava que sabia sobre o mundo.”

A nova acusação contra Ezra Miller se junta a várias outras que começaram a aparecer desde o começo do ano. Além das prisões no Havaí por agredir um grupo de amigos e ameaçar um casal de morte, ele também é acusado de roubar canções de terceiros, de agredir e drogar uma fã adolescente e de manter uma mãe e seus filhos no interior de sua fazenda com armas e maconha espalhadas pela propriedade.

Apesar das acusações graves e de toda a polêmica, a Warner Bros. Discovery já avisou que não irá cancelar The Flash e que a estreia do filme acontecerá conforme o planejado.

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